Segundo o arcebispo de Viena, a reforma da Igreja envolve aspectos funcionais da cúria e colegialidade episcopal, mas sobretudo a conversão pessoal"A reforma de si mesmo é o exemplo chave de reforma do Papa Francisco", afirmou o arcebispo de Viena e presidente da Conferência Episcopal Austríaca, cardeal Cristoph Schönborn, durante o Conselho de Conferências Episcopais da Europa.
Quando perguntado sobre a reforma da cúria vaticana, que está sendo levada a cabo pelo Papa Francisco, o cardeal Schönborn comentou que o projeto de reforma do Papa poderia ser resumido em três aspectos:
1. Funcional
O cardeal destacou o modus operandi e a efetividade da cúria vaticana, comentando a necessidade de contar, em cada uma das comissões, com verdadeiros especialistas na direção de tais comissões, dedicadas a diferentes campos: cultura, justiça etc.
2. Colegialidade episcopal
A colegialidade episcopal foi sublinhada pelo arcebispo de Viena como necessária tanto na cúria vaticana como nas Igrejas locais, já que "somos a Igreja Católica, com um centro de unidade, o Papa, e nosso trabalho é a serviço da unidade".
3. A reforma de si mesmo
Neste ponto, o cardeal Schönborn afirmou que "este é o verdadeiro exemplo que o Papa Francisco nos dá com sua humildade, com sua simplicidade: a primeira reforma é o convite à conversão".
Schönborn: a reforma do Papa Francisco é também reforma de nós mesmos
© ALESSIA GIULIANI/CPP/CIRIC
SIC - publicado em 08/10/13
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