“As ideologias novas tornam-se rapidamente velhas. Todos os que prenunciam a morte da Igreja morrem, e ela fica”Proliferam constantemente por alguns círculos sociais as “previsões” ou “sentenças” de que a Igreja Católica está morta ou em vias de morrer. É assim desde os primeiros tempos, quando os primeiros cristãos eram martirizados justamente para que a Igreja deixasse de existir, e continua sendo até hoje, quando o cristianismo continua sendo a religião mais perseguida do planeta, de modo aberto em alguns lugares e velado em outros, em pleno século XXI.
A esse respeito, vale recordar o que escreveu o grande G. K. Chesterton:
“A Igreja Católica é antiga, não velha. As ideologias novas tornam-se rapidamente velhas, passadas. A Igreja cativa sempre os jovens, fascina-os sempre. Todos os que prenunciam a sua morte morrem e ela fica. A Igreja não muda porque é a verdade. A Igreja Católica persiste porque não é uma construção humana”.
De fato, uma conversa presencial ou via redes sociais com detratores da Igreja costuma confirmar que uma grande quantidade das críticas mais azedas contra ela vem de pessoas cuja interpretação sobre a Igreja não nasce do real conhecimento sobre ela e a sua verdadeira doutrina, mas de narrativas ditas “jornalísticas” ou “acadêmicas” baseadas em opiniões subjetivas, em experiências pontuais e em recortes de episódios nos quais, gritantemente, foram traídos os mais elementares princípios, valores e ensinamentos da própria Igreja.
Outra grande personalidade da Igreja, o arcebispo norte-americano dom Fulton Sheen, afirmou certa vez:
“Não há sequer cem pessoas nos Estados Unidos que odeiam a Igreja Católica. Mas há milhões que odeiam o que elas acham que a Igreja Católica é”.
Diga-se o mesmo de qualquer outro país.
E a todos os que sentenciam a morte da Igreja com base naquilo que pensam que ela é, vale a única promessa que realmente importa a seu respeito, feita por seu próprio Fundador, Jesus Cristo, a São Pedro, seu primeiro Papa:
“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16, 18).
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